Sete dos únicos jacarés albinos existentes no país foram levados da UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso) na virada do ano. O roubo foi descoberto no dia 2, quando um funcionário foi alimentar os animais. Os cadeados das jaulas estavam intáctos.
Para aumentar a quantidade de bichos do parque, os biólogos estão cruzando o único jacaré 100% albino que sobrou com os outros 43 mestiços existentes. Como os outros, ele tem aproximadamente 2 anos de idade, e tem valor avaliado de R$17 mil.
A universidade não tem câmeras instaladas no parque, e nem vigias trabalhando durante a noite. Porém, a reitoria mantém um convênio com a Polícia Militar da Cidade, e já abriu uma sindicância para estudar o caso.
A Polícia Federal também está encarregada, e desconfia de que o roubo esteja associado ao tráfego internacional de animais. Segundo informações da BBC, o Brasil é responsável por 10% do comércio ilegal de animais do planeta.
O zoológico da UFMT abriga em torno de 800 animais, de 79 espécies e numa área de 11 hectares. É o único lugar do mundo que reproduz os jacarés albinos em cativeiros, e a primeira ninhada deles veio em abril de 2005, remanescente de um criadouro em Vargem Grande.
Com: G1, Folha Online, BBC.
Agora, minha opinião.
Assim. Os jacarés albinos não sobrevivem fora do cativeiro. Pra que tanto orgulho em ficar reproduzindo os caras? Todo mundo já sabe que aa + aa = aa. Cabou.
Outra. Meu deus, como os caras não colocam segurança no zoológico? Num vai mendigo pra ficar dormindo lá não? E se alguém morrendo de fome resolve matar um macaco, pombas?
Puff. Vai saber.
Então, acrescentei uma meta meio tardia de ano-novo que é praticar mais o ato de escrever notícia. Quero ver se faço pelo menos uma por dia. Dessa forma, essas coisas sem-sal e inexpressivas vão começar a brotar nesse blog. Mas é pra quem ler criticar. Meter o pau. Achar erro de gramática e ortografia. Se ler e deixar um comentário "Amei seu blog, beijomeliga", vai ter pau. Num precisa ser um comentário oficial, pode ser e-mail, scrap, sms, marca de batom no espelho, carvão na parede, nem ligo. Só fala.
Afinal, já que já se deu ao trabaho de ler até aqui, deve ter um mínimo de cérebro. Então num gostô de nada. E se não gostô, tem motivos.
Tenho todo direito de sabê-los.
E é isso!
Um comentário:
A intenção de preservar uma espécie que só sobrevive em cativeiro é para pesquisas e entender melhor possíveis mecânismos de sobrevivência de espécies que não podemos estudar em outro ambiente. Basicamente se estudar a biologia dos animais para que caso encontrada alguma espécie semelhante em sobrevivência, com um estudo de biologia comparativa dá pra se entender bem as pressões ambientais do local e facilitar futuras pesquisas. Agora do zoológico não ter segurança é ridiculo, concordo.
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