segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

A Lenda do Tesouro Perdido - O Livro Secreto

Um dos grandes elogios vai para a atriz Helen Mirren, que entra como a mãe de Ben Gales (Nicholas Cage). Aquela lá, que filmou A Rainha. O interessante é que, por ter filmado este último, ela foi convidada para encontrar-se com a verdadeira Elizabeth II. Não foi porque estava gravando. Da-lhe amor à arte, não?

Uma pena só que não parei pra reparar na trilha sonora, o que é bem raro. Mas acho que gostei. O crítico lá do Omelete acha que ele deveria tomar umas aulas com o John Williams, mas quem compara qualquer pessoa com o Williams? Exagero. Ah, o responsável e criador é Trevor Rabin, ex-guitarrista do Yes. Esse mesmo crítico, aliás, disse que "EHelen Mirren, que tem um sotaque inglês tão natural quanto seu talento e apesar de fora do seu tipo habitual, acrescenta um pouco de boa atuação à trama - só um pouco."

Que absurdo. Nicholas Cage está bem melhor. E o mocinho de olho claro que faz o Riley Poole, personagem obrigatório de filmes de aventura que aparece para acrescentar o humor, resolver os problemas tecnológicos e fazer papel de bocó, é bom. Dentro do que ele tinha que fazer, muito bom, indeed.

Enfim. Eu gostei do filme sim. Do primeiro, eu tinha saído da sala com aquela cara de cocozinho de cabra, do tipo neutra. Num tinha achado nada demais. Nada além de Tomb Rider. No nível das Panteras 1 - porque o 2 é desperdício de verba Hollywoodiana. Porque dessa vez o enredo tava mais bonitinho, apesar de umas coisas meio esquisitas. E as cenas de ação não estavam tãão absurdas assim.

Uma coisa que me irrita em filmes é o melodrama patrio-estadunidense. Não que seja errado, a gente devia fazer umas coisas assim. É que bom, se fizessemos, a galera ia rir ao invés de chorar. Mas olha isso aqui:

US President : Even if something like that really did exist, why do you think I would actually just give it to you?
Ben Gates : Because it will probably lead us to the discovery of the greatest Native-American treasure of all time; a huge piece of culture lost. You can give that history back to its descendants. And because you're the President of the United States, sir. Whether by innate character or the oath you took to defend the Constitution or the weight of history that falls upon you, I believe you to be an honorable man, sir.
US President : Gates, people don't believe that stuff anymore.
Ben Gates : They want to believe it.

Peloamordedeus. Que coisa mais mela-cueca chatinha, não? E por que todo presidente, nos filmes, tem tanta cara de presidente? Só o verdadeiro que não tem.
Peguei mais um trecho legalzinho do roteiro.

Ben Gates : (underground in the Hall of Records in Mt. Rushmore) Riley, what do see? Riley Poole : (balancing on the giant over turned engraved slab, looking down at an open grave) Death and despair! Mostly death. Uh, I mean a little despair, the last few seconds. But then a hard, sudden death.

Ah, vai, é engraçadinho.

Pra resumir, eu recomendo.

E pra quem não quer rezar pro Google, sinopse pessoal: Brota uma página queimada do diário do cara que matou o Presidente Keneddy. E tudo que indica é que Thomaz Gates (É esse mesmo, Lombardi?), tetravô do Ben Gates, seria parte do plano. Descobre-se que na tal página tem uma pista pra o início de uma caça ao tesouro; esta levaria a uma cidade-lenda indígena, tipo um El Dorado versão 2008. O subtítulo do filme remonta à lenda de um livro contendo todas as informações mais secretas dos EUA, passado pessoalmente de presidente para presidente.

Ia ser interessante se houvesse um livro desses de verdade.

Sobre o que mais dizer num post informal?

Ah! Carnaval tá chegando.

Odeio sambas-enredo. Desculpem os foliões e fanfarrões.Mas adoro ficar pulando na frente de trio elétrico e ficar quase a semana toda sem trabalhar.

Eu só não me lembro o que significa o Carnaval de verdade. Num tinha o esquema de que era uma festa pras pessoas comerem e pecarem pra depois entrarem em um jejum até a Páscoa? Bom, se forem a gente obedece.

E é na quarta-feira de cinzas que não pode comer carne? Ou é um dia aí que aconteceu outra coisa bíblica?

Bah, num lembro mais nada. Porque num ligo. Memória seletiva emocional assim mesmo. Num mexeu com o coração nem a curiosidade, ela num guarda.

Chega por agora. Vou procurar uma news de verdade. Amanhã vou ver O Gangster, então quinta falo sobre isso.

Também deixo pra dizer que ficar seminu no carnaval é totalmente desnecessário. Roupas árabes conservam a temperatura do corpo e diminuem a sensação de calor, são bem mais eficientes.

Acho que vou adotar a idéia, que tal? Vou pra sapucaí com uma burcazinha básica. Aí ninguém vai enxer o saco, nem a temperatura.

Nem o Aedes Aegypt. Espero que a bacteriazinha da Tuberculose também não. Ou a da Miningite.

Que horror.

Vou é tratar de ficar gorda que é mais saudável que ficar doente.

Tá, só vou ficar gorda mais essa semana e a outra porque depois começam as aulas.

Subir a serra emagrece, genty!

Relaxa que eu num sou alpinista não.

Mas eu recomento a Metodisney pra todo mundo que for fazer comunicação, Odonto, Fisio ou Ed. Física. De resto, pó fazê UNIP que vai valer mais a pena, na boa.

2 comentários:

Unknown disse...

sera q existe msm um livro secreto do presidente?

Ricardo Joris disse...

Ainda que muitos considerem ficção, o livro dos segredos dos presidentes americanos parece ser mesmo verdadeiro. Na próxima sexta-feira vai ao ar um documentário no History Channel sobre o assunto.
http://www.gatosepapos.blogspot.com/2011/05/o-livro-dos-segredos-dos-presidentes.html