sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O Will Smith é um ator fodido. Desculpa o palavriado, pessoas, mas ele é mesmo. Nunca assisti a um filme com ele do qual eu não gostasse.

Claro, MIB é excessão. Quem inventou aquele jogo devia ganhar algum tipo de prêmio por agraciar a humanidade, na boa. A idéia é simplesmente genial, ou fantástica. Meus adjetivos favoritos. Quem convive bem sabe.

Então, só que esse último, "Eu Sou a Lenda", é meio xoxinho. Superou minhas expectativas, porque eu achei que ia ser tipo "Náufrago". Sabe? Esses filmes quase monoelênquicos, que parecem estar querendo provar as qualidades de determinado ator/atriz. Mas num é. É tipo Resident Evil.

Só que Resident Evil tem um enredo feito por fazedores de Videogame, que são caras mais inteligentes que roteiristas de filmes. Na maioria das vezes, eu acho. Porque enredos de games são normalmente mais fodas. E é direcionado pra um público que já sabe que vai lá pra ver zumbi, tiro, sangue e pernas sob um vestidin vermelho sexy.

Quem vai ver Will Smith espera ver comédia, drama, ou ficção científica. Especialmente o último ítem.

Não que não fosse essa a cara do filme, foi sim.

É que aqueles pseudozumbis, os Dark Hunters, são meio esquisitos. Tá, beleza, eles são pessoas que comem pessoas e não resistem à luz do dia. Mas no meio do filme um deles age como líder.

Means, com inteligência. Mas ao mesmo tempo é acefalado que nem os outros. Bem bocó isso aí.

O bacana é que a coadjuvante que aparece vem de São Paulo =D.

Falando em São Paulo, parabêns aí, Mãe! Amo você mais que todas as cidades do mundo, ok?
Ainda volto pros teus braços, já que todo mundo de legal do mundo tá indo na sua direção ultimamente.

Voltando. O filme peca em alguns efeios e no enredo. Acerta na atuação, obviamente. E no thrill feeling. Eu fiquei morrendo de medo em algumas partes, valeu a sensação de suspense.

Mas o Oscar do filme vai pro Labrador que aparece.
E é isso aí.

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